Arquivo para dezembro 2011
Bons voos em 2012!
“QI & Relacionamentos”: Dicas práticas
Recentemente, eu escrevi uma série de três artigos no Canal Piloto, sobre o tema “QI & Relacionamentos”. Por coincidência, a empresa Catho RH acabou de publicar um mini-guia prático sobre o mesmo assunto, em sua última newsletter: Networking: cinco dicas para desenvolvê-lo. O foco da Catho é o mercado executivo/administrativo, mas as recomendações também valem para a aviação:
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Debate sobre os pilotos estrangeiros na Câmara
O amigo e leitor Adriano Zanatta me enviou este link sobre uma notícia veiculada no site da Câmara dos Deputados, relativa aos debates que lá estão ocorrendo, acerca da alteração do CBA que permitiria a contratação de pilotos estrangeiros. A nota é positiva para quem defende a manutenção da restrição aos estrangeiros, muito embora a argumentação esteja sendo muito mal conduzida. Dêem uma lida na nota, e depois voltem aqui para ler meus comentários.
Feliz Natal!!!
Manual de preenchimento da eCIV
A ANAC acabou de divulgar em seu portal o manual de instruções para preenchimento da CIV digital (eCIV). Clique aqui para baixar o arquivo em PDF.
Trilogia sobre “QI & relacionamentos”

Eu acabei de completar uma sequência de três artigos sobre o tema “QI & Relacionamentos” (“QI” entendido aqui como “Quem Indica”, ou seja: as indicações que ocorrem no mercado de trabalho aeronáutico, fundamentais para que um piloto encontre um bom emprego), no blog Canal Piloto. Trata-se, na verdade, de uma releitura de dois posts publicados aqui originalmente (“QI na aviação – Parte I e II“), acrescido de algumas informações extras. Acho que vale a pena a leitura:
QI & Relacionamentos – Parte I
QI & Relacionamentos – Parte II
QI & Relacionamentos – Parte III
Estes três artigos completam um total de 12 textos publicados no Canal Piloto. Quem quiser conhecer os outros 9, basta acessar este post aqui.
Matérias da Aero Magazine sobre formação aeronáutica
A revista Aero Magazine deste mês (dez/2011) traz duas matérias muito interessantes sobre o assunto deste blog: formação aeronáutica. A primeira, “Podem sobrar pilotos”, é uma análise detalhada do mito do “apagão de pilotos” (tema recorrente aqui, por sinal), efetuada pelo Cmte. Ruy Flemming, Piloto Comercial de Aviões e Helicópteros e diretor da ABRAPHE-Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero; seguida por um quadro mais focado no problema dos pilotos que atuam nas plataformas de petróleo, de autoria do repórter Giuliano Agmont. A segunda, “Ensino precisa melhorar”, é uma entrevista com o sr. Carlos Eduardo Pellegrino, Diretor de Operações de Aeronaves da ANAC. Ambas são indispensáveis para quem se interessa pelo assunto, mas não é possível reproduzi-las aqui – os links acima só são acessíveis para assinantes –, por isso recomendo a aquisição da revista este mês: vale os R$10,00 (ou os US$3,99, para quem preferir baixar o exemplar pelo aplicativo do iPad).
Bem, mas tenha você lido as matérias ou não, não deixe de dar uma espiada nos meus comentários sobre elas, abaixo. Vai dar para entender mesmo sem tê-las lido.
Seguros & formação aeronáutica
O que é que tem a ver o seguro de uma aeronave com a formação aeronáutica dos pilotos? Muito mais do que imagina a nossa vã filosofia… Na realidade, as limitações impostas pelas companhias seguradoras – que impõem cláusulas restritivas à operação de aeronaves por pilotos com pouca experiência – é um forte entrave à formação aeronáutica. Pilotos recém-formados têm muita dificuldade para completar sua formação básica (a recebida nos aeroclubes/escolas) porque os eventuais patrocinadores da formação avançada (certificação de TIPO, acúmulo de horas de voo, etc.) não o fazem devido ao fato de que suas aeronaves não estariam cobertas pelo seguro se fossem operadas por pilotos novatos.
Um bom debate – e uma boa pergunta
Ocorreu ontem, na GloboNews, um painel sobre segurança aérea, com a participação do Cmte. Adalberto “Na Verdade” Bogsan, Vice-Presidente Técnico da Gol; do Ten.Brig. Ramon Borges Cardoso, Diretor-Geral do DECEA; e do Cmte. Rodrigo Duarte, Presidente da ABRAPHE – o apresentador foi o William Waack, ele mesmo piloto de avião. A primeira parte do debate está aqui, e a segunda, aqui. Assista e volte para ler meus comentários.
Embora o debate gire em torno da segurança aérea, da infra-estrutura aeroportuária, etc., note que, na primeira parte do debate, o representante da Gol entra no assunto da formação aeronáutica, dizendo que “o problema não está no treinamento oferecido pelas empresas aéreas, mas o que ocorre nas escolas de aviação”.
Ora, sr. Bogsan, se o sr. reconhece isso, e acha que esse problema influi na segurança da operação de sua empresa, eu pergunto: O que a Gol está fazendo pela formação aeronáutica do Brasil? Por que é fácil reclamar; quero ver resolver o problema.



